
Muita gente diz que amor é um jogo, a Amy diz que é um jogo perdido. Os Beatles dizem que é tudo que precisamos, enfim, cada um tem seu modo de ver o fato de se relacionar com outro. Talvez eu ainda seja muito novo pra tentar chegar a alguma conclusão sobre isso, mas fico reparando nos casais que se formam mundo afora e, às vezes, me sinto meio só. Eu sei que eu não deveria depender de ninguém pra me sentir bem ou não, mas há de se convir que esse plus do relacionamento é bem agradável.
Algumas pessoas ficam assustadas quando digo que nunca namorei. Na verdade vivo uma sequência de desastres emocionais, nunca consegui sair com uma pessoa por mais de 2 vezes ou ter algo que durasse mais do que 3 semanas. Aliás, teve alguém que conseguiu bater esse recorde, mas essa é uma outra história, e das bem complicadas... E olha que não adianta ser mais velho ou mais novo, a imaturidade das pessoas sempre dá um jeito de aparecer, e da pior forma.
Mas nem tudo é culpa dos outros, confesso que estou numa fase em que analiso os fatos, afinal não é possível que o errado seja só o outro. Tá, eu não fui perfeito em tudo e se tivesse me calado na hora certa talvez tivesse algo agora, mas não preciso ficar me lamentando por isso, afinal um dos meus defeitos é ser orgulhoso, beirando o egocêntrico.
O que mais me estranha nisso, é constatar como uma pessoa pode afetar tanto o modo como se leva a vida simplesmente por ela existir. Ou como cada pedaço desse planeta tem o poder de te lembrar alguém, queira você esquece-la ou não. No final das contas, tenho de concreto até agora que, realmente achar alguém que valha a pena é uma tarefa árdua, mas longe do impossível, e que talvez, tudo que dê errado sirva como forma de aprendizado para a hora em que de fato acontecer , não se possa perder mais tempos com erros.